quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Copacabana 16 e 17/07/2016


Partimos logo pela manhã pra Copacabana, o ônibus foi 40 bol e o taxi até o cemitério (local onde pegava o ônibus para ir para lá) foi 20 bol, dividido por 3, nesse dia nosso grupo se separou, a Vivi e a Cris preferiram ficar mais um dia em La Paz, enquanto eu a Carol e o Josi fomos para Copacabana, combinamos de nos encontrar novamente em Cusco.

Durante o trecho tivemos alguns gastos, com a lancha, 02 bol, onde há um trecho que não tem ponte para atravessar um ‘braço’ do Lago Titicaca e é necessário pegar essa lancha, nessa parada aproveitamos para comprar coisas pra viagem (comidaaaaa) pipoca (igual aquelas que vendem no Brasil do pacote rosa, lá eles vendem sacos enormes e deliciosas). 




Chegando a Copacabana fechamos um pacote para nosso retorno, que nos levaria a Puno e depois a Cusco, por 200 bols, já incluso um transfer em Puno até o outro lado do Lago Titicaca, guia, e passeio pelas Islas de Uros.


(Isla del Sol lado Sul)

Na mesma agência pagamos 20 bols pela lancha que nos levaria até a Isla Del Sol, onde passamos a noite, decidimos ficar no lado Norte por recomendação de outros viajantes que já haviam vindo de lá e falaram que era mais bonito que o lado sul, e realmente, achei muito mais bonito, porém mais simples, nossa embarcação saiu as 13:30, e demora duas horas até chegar no lado norte da Ilha. Para entrar na Ilha é necessário pagar mais uma taxa de turismo, 10 bols que ninguém informa também antes de você chegar lá.



Durante o trajeto na embarcação é possível ver, a direita, em alguns trechos, a Cordilheira dos Andes, coberta de neve, que quase chega a se confundir com as nuvens, incrível.



(Esse horizonte branco é a Cordilheira❤)

Conseguimos um hostel por 25 bols, a meu ver, muitoooo barato, pois é uma ilha no meio do nada, com poucas opções de hospedagem, achei bem interessante e imaginei que passar a noite lá seria muito mais caro.


(Vista da sacada do Hostel)

(Vista da sacada do Hostel para a 'praia')

Nesse hostel tivemos um ‘pequeno’ perrengue, pois não havia água, era necessário ficar correndo atrás dos donos e implorando para eles ligarem a água pro chuveiro ou a própria descarga do banheiro, nessa hora descobri que sabia mais espanhol que eu imaginava (risos), acredito que a água do local deve ser controlada, devido a vir tudo do lago, mas acho que eles deveriam informar esse tipo de coisa. Nosso hostel era banheiro compartilhado, enquanto os hostéis com banheiro privativo tinham água sempre, que me deixou mais possessa, mas depois da nossa 'conversa' era só a gente pedir que eles ligavam a água.

(Igrejinha no meio da Isla)

Nesse primeiro dia ficamos pela própria ‘praia’ do lago, que tem um por do sol encantador, posso dizer que um dos mais lindos que eu já vi em toda minha vida. Foi o primeiro dia, desde que fui pra Uyuni que consegui por shorts e camiseta, já que na Isla é razuavelmente quente, até começar a escurecer, onde começa a ventar e esfriar novamente, mas deu pra passar uma meia tarde sem aquele mundo de roupas.



Jantamos em um dos restaurantes locais, que tinha uma sopa deliciosa (voltei apaixonada pelas sopas deles), foi um prato tradicional, arroz, batatas e truta.



Pela manhã decidimos acordar bem cedo, pois queríamos conhecer a Ilha antes de retornar a Copacabana, porém o sol só saiu depois das 7, então ficamos no hostel enrolado até clarear o dia. Procuramos um café-da-manhã que foi um lanche com café, o lanche era enorme e dividi-o com um cachorro que me olhava sem parar, ele tava bem gordinho, mas não conseguia comer com ele me olhando, normal ter cachorro sempre em volta esperando um pouco da sua comida, sempre dóceis e aparentemente bem cuidados.


Fizemos caminhas nos lugares próximos, pelas trilhas locais, com um mapinha que vem atrás da tarifa de utilização da Ilha, porém minha caminhada foi um pouco curta, queria tomar um banho, lavar minha cabeça, aproveitar que lá estava quente e a água do chuveiro era boa, apesar dos perrengues passados no dia anterior.





Nossa lancha de retorno a Copacabana sairia as 10h30, para que pudéssemos pegar o ônibus que nos levaria a Puno, pagamos 30 bol cada. Eu não sou uma pessoa fã de picolés, mas como na Bolívia e no Peru a maioria das bebidas são servidas em temperatura ambiente e eu costumo tomar elas sempre muito geladas, inclusive pelo 'vício' do Tereré (bebida típica do MS),  sentia uma necessidade de coisas geladas, então sempre acabava comprando um pelo caminho (risos).

Chegando novamente em Copacabana, na hora do embarque foi uma confusão danada, mas não sei como eles se entendem, estava morrendo de medo de não conseguir embarcar (embora tivéssemos recibo do passeio e pagamento), mas eles são muito honestos e não tivemos problemas nem ali e nem em Puno para pegarmos o ônibus.















Nenhum comentário:

Postar um comentário